
Uma formação única que ensina como usar livros infantis como ferramenta terapêutica com pessoas idosas — unindo ciência, afeto e propósito.









O que cura não é o livro. É o encontro que ele possibilita.
QUANDO AS PALAVRAS VIRAM REMÉDIO.
A Livroterapia para Idosos nasce do encontro entre ciência e sensibilidade. Uma metodologia que mostra como histórias simples — muitas vezes vindas dos livros infantis — podem se tornar ferramentas de estimulação cognitiva e emocional, promovendo vínculo, sentido e pertencimento.

Um curso inovador e interdisciplinar, criado pelas neuropsicólogas Rachel Dias e Veruska Vasconcelos, para capacitar profissionais de saúde, educação e cuidado a transformarem a leitura em uma experiência terapêutica real.
O que é o curso Livroterapia para Idosos — Histórias que Curam



Estrutura do Curso
O curso é dividido em 5 módulos:








Para quem é este curso?
Profissionais da saúde, educação e cuidado que atuam com idosos.
VERUSKA
VASCONCELOS
RACHEL
DIAS
Psicóloga e Neuropsicóloga (USP), Mestre em Saúde Mental (UFRJ) e professora de pós-graduação.
Há mais de 10 anos ensina profissionais a compreender o envelhecimento com técnica, sensibilidade e propósito.
Sua missão: formar profissionais que enxergam histórias, não diagnósticos.
Psicóloga, especialista em Gerontologia, Cuidados Paliativos e Luto, com Mestrado pela Universidade de Barcelona.
Docente em diversas instituições e coordenadora de Psicologia do Hospital Alvorada Moema.
Sua prática une empatia, escuta e cuidado integral — e agora, também, o poder simbólico das histórias.





VERUSKA
VASCONCELOS
RACHEL
DIAS
Psicóloga e Neuropsicóloga (USP), Mestre em Saúde Mental (UFRJ) e professora de pós-graduação.
Há mais de 10 anos ensina profissionais a compreender o envelhecimento com técnica, sensibilidade e propósito.
Sua missão: formar profissionais que enxergam histórias, não diagnósticos.
Psicóloga, especialista em Gerontologia, Cuidados Paliativos e Luto, com Mestrado pela Universidade de Barcelona.
Docente em diversas instituições e coordenadora de Psicologia do Hospital Alvorada Moema.
Sua prática une empatia, escuta e cuidado integral — e agora, também, o poder simbólico das histórias.












